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de Graciliano Ramos
Após um mês acometido por uma febre delirante, Luís da Silva se levanta da cama para contar a história da grande perturbação que desviou os caminhos de sua pacata vida como funcionário público, na Maceió dos anos 1930. Desprezado, o “pobre-diabo” perdeu Marina, vizinha bonita e interesseira, para as mãos de Julião Tavares, um homem repulsivo, mas rico. Às voltas com a ameaça recorrente dos ratos que invadem sua casa e assombrado pelo crime que cometeu, Luís da Silva rememora, de forma frenética, sua decadência, com um ódio crescente.
Erom Cordeiro nasceu em Alagoas, em 1977. Desde 1993, é ator. Ingressou a carreira no teatro, em Maceió. A partir de 1995, mudou-se para o Rio de Janeiro, onde se formou, pela Unirio, e onde trabalhou em mais de quarenta espetáculos de diversos diretores, como Amir Haddad, Bia Lessa, Ulysses Cruz, Victor Garcia Peralta, Luiz Fernando Lobo, Ivone Hoffmann, Alessandra Vanucci, Paulo Betti, Gustavo Paso, Marco Andre Nunes, Marcelo Grabowsky/Erika Mader, Gabriela Mellão/João Wady Cury, Georgette Fadel, entre outros. Está indicado ao prêmio APTR de Teatro como Ator Coadjuvante por Um jardim para Tchekhov (2024/25). Também lista trabalhos em cinema, como nos longa-metragens Vingança (Panorama Berlinale), de Paulo Pons; Universalove (Panorama Berlinale), de Thomas Woschitz; O palhaço, de Selton Mello; O buscador (Prêmio de Melhor Ator Coadjuvante, Festival CINEPE, Recife), de Bernardo Melo Barreto; Heleno, de José Henrique Fonseca; Doutor Gama, de Jeferson De; Love Kills, de Luiza Schelling Tubaldini; e Quase inverno, de Rodrigo Grota (a estrear). Além dos curtas, Carne seca (Melhor Curta do Festival do Rio 2024), Alano, de Silvio Leal e Henrique Oliveira, entre outros. Em televisão, atuou em diversas novelas – como América, Império, Elas por elas, entre outras, exibidas pela Globo – e protagonizou séries, como A divisão e Supermax (Globloplay), Os ausentes (Max) e Natureza morta (CineBrasil TV / Amazon); além de ter integrado o elenco de Ilha de ferro e Arcanjo renegado (Globoplay); Um contra todos, Todo dia a mesma noite e DNA do crime (Netflix), entre outras.
Graciliano Ramos de Oliveira nasceu em 27 de outubro de 1892, na cidade de Quebrangulo, Alagoas. Filho de comerciantes, Graciliano alternou a vida entre o Nordeste e o Rio de Janeiro, atuou no jornalismo, na política e, ao mesmo tempo, desenvolveu-se como literato. Suas primeiras publicações foram crônicas em jornais e revistas, para os quais escrevia através de pseudônimos. Como político, redigiu relatórios que chamaram a atenção pelo estilo particular de escrita, para além do tom burocrático. Em 1933, teve sua primeira obra publicada, o romance Caetés. A ele se seguiram São Bernardo (1934), Angústia (1935), Vidas secas (1938), Infância (1945), entre muitos outros.
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